Dorival Júnior inicia reconstrução emocional do São Paulo em noite de reencontro no Morumbi

Dorival Júnior assume o comando em momento delicado
A terceira passagem de Dorival Júnior pelo São Paulo começou em um cenário que mistura expectativa e urgência. No Morumbi, sob temperatura baixa e diante de uma torcida que busca sinais de reação, o treinador encontrou um time que disputa a Copa Sul-Americana como principal esperança de título na temporada.
O empate contra o Millonarios deixou evidente que o caminho para recuperar o equilíbrio será mais longo do que o esperado. A sequência sem vitórias chegou a sete jogos e reforçou a principal queixa dos próprios atletas: a ausência de confiança após erros que custam caro.
Principais problemas identificados na estreia
Com apenas um treino antes da partida, Dorival observou uma equipe emocionalmente fragilizada. O São Paulo demonstra instabilidade quando sofre pressão e costuma desperdiçar vantagens construídas no início dos jogos.
A organização defensiva também chamou atenção, especialmente pela dificuldade de recomposição pelos lados do campo. O setor esquerdo foi o mais exposto, e a falta de fluidez ofensiva ainda depende excessivamente de jogadas individuais, como as tentativas de Luciano.
A falha de Dória na saída de bola mudou o rumo do confronto e gerou um pênalti que quase entregou a vitória aos colombianos. Esses lances evidenciam a ansiedade que domina o elenco em momentos decisivos.
Próximos passos no calendário
Com mais tempo de trabalho, Dorival comandará o time no Campeonato Brasileiro contra o Botafogo, novamente em casa. O foco agora é restaurar a estabilidade mental e corrigir os espaços deixados na defesa para retomar bons resultados.
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