Dorival Júnior rumo à terceira era no São Paulo? Veja o histórico vitorioso no Tricolor

Possível retorno: a terceira chance no Morumbi
O São Paulo enxerga Dorival Júnior como a principal opção para o cargo de treinador. Caso o acerto aconteça, marcará a terceira fase do comandante no Tricolor Paulista, sucedendo as experiências de 2017 e 2023, que misturaram desafios e glórias.
Primeira experiência: batalha pela sobrevivência em 2017
Dorival assumiu o time em julho de 2017, em meio a uma crise profunda. O clube lidava com eliminações precoces na Copa do Brasil e na Sul-Americana. Sua estreia no Brasileirão foi um empate por 2 a 2 contra o Atlético-GO, no Morumbi, seguido de revés por 2 a 0 para a Chapecoense. A primeira triunfo veio na terceira rodada, com 1 a 0 sobre o Vasco.
O desempenho oscilou no início, mas o treinador injetou estabilidade. Ao fim, registrou 17 triunfos, 11 igualdades e 12 tropeços. O São Paulo flertou com o Z-4 por várias jornadas, mas escapou na reta final, terminando em 13º lugar. A contratação de Hernanes em julho foi crucial: o meia balançou as redes nove vezes em 19 partidas, liderando o ataque e salvando o time da Série B por sete pontos.
No entanto, o Paulistão de 2018 começou mal, com quatro vitórias, dois empates e cinco derrotas em 11 jogos. A saída ocorreu após derrota por 2 a 0 para o Palmeiras, em março.
Segunda fase: o título histórico da Copa do Brasil em 2023
Em abril de 2023, Dorival regressou após a saída de Rogério Ceni e transformou o destino do clube. Ele quebrou uma sequência de oito anos sem vitória de estreante, vencendo o América-MG por 3 a 0 na segunda rodada do Brasileirão, no Morumbi – o primeiro resultado positivo do time na liga.
O ponto alto foi a conquista inédita da Copa do Brasil, com vitórias chave sobre Palmeiras e Corinthians. Em 94 partidas, o São Paulo obteve 42 vitórias, 24 empates e 28 derrotas, com 45% de aproveitamento. Marcou 114 gols (média de 1,21 por jogo) e sofreu 91 (menos de um por partida), acertando o alvo em 74% dos duelos e sendo vazado em 59%.
Com apoio total, Dorival deixou o cargo por vontade própria ao aceitar o convite da CBF para a Seleção Brasileira, realizando um sonho de longa data.
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