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Flamengo negocia adiantamento de R$ 21 milhões com BRB em meio a turbulências financeiras do banco

13 de maio de 20262 min de leituravia Vitória Mendes Albuquerque
Flamengo negocia adiantamento de R$ 21 milhões com BRB em meio a turbulências financeiras do banco — Futebol

O Flamengo está em tratativas com o Banco de Brasília (BRB) para receber antecipadamente metade dos R$ 42,3 milhões previstos em contrato de patrocínio. A preocupação do clube rubro-negro surge diante dos problemas enfrentados pela instituição financeira, que registrou perdas significativas ligadas ao Banco Master. Com isso, a diretoria mengão quer garantir recursos essenciais para o planejamento orçamentário de 2026, evitando qualquer impacto negativo nas finanças.

O pacto comercial vale até março de 2027 e passou por um ajuste no montante. No entanto, a marca do BRB não ocupará mais o espaço principal na camisa dos atletas. Em seu lugar, surge o "Nação BRB Fla", uma plataforma digital desenvolvida em conjunto pelo Flamengo e pelo banco da capital federal.

Lateral Cuiabano volta a preocupar o Vasco com dores

O defensor Cuiabano, do Vasco da Gama, sente dores novamente e será preservado. Ele não joga contra o Paysandu, nesta quarta-feira (13), em São Januário, pela Copa do Brasil. A situação gera alerta no departamento médico cruz-maltino.

Vasco celebra boom de sócios com inovação no uniforme

O Vasco registra crescimento expressivo no quadro de associados graças a uma campanha criativa: QR Code estampado na camisa. A estratégia de marketing do programa de sócio-torcedor é vista como um grande acerto pela diretoria vascaína.

Historicamente, o BRB já brilhou na posição mais valorizada da camisa flamenguista, mas nos últimos anos migrou para o ombro. Agora, com os desafios financeiros do Banco Master e o novo valor do patrocínio, sua presença no Manto Sagrado ficará ainda mais discreta.

A camisa do Flamengo lidera como a mais rentável do futebol brasileiro em 2026, acumulando R$ 470 milhões em patrocínios. A casa de apostas Betano domina a manga nobre com cerca de R$ 270 milhões anuais, enquanto a Adidas, como fornecedora de material esportivo, contribui com R$ 70 milhões.

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