Flamengo quebra marca histórica com R$ 469 milhões investidos no início de 2026

Mengão atinge pico de gastos no primeiro trimestre
O Flamengo apresentou números impressionantes no balanço financeiro dos três primeiros meses de 2026, com um investimento total de R$ 469 milhões — o maior já registrado pelo clube em um trimestre. Grande responsável por esse volume foi a chegada de Lucas Paquetá, cuja operação somou R$ 315,7 milhões, conforme o demonstrativo divulgado nesta semana.
Detalhes da contratação de Paquetá e outros reforços
A transação pelo meia, vinda do West Ham United, começou com 42 milhões de euros, equivalentes a cerca de R$ 260 milhões na cotação vigente. Acrescidos de taxas, bônus e comissões, o custo final chegou aos R$ 315,7 milhões. O clube ainda destinou recursos para o zagueiro Vitão, em R$ 81,5 milhões — valor que inclui ajustes pela saída de Thiago Maia —, e para o goleiro Andrew, ex-Gil Vicente, por R$ 34,7 milhões.
Vendas geram R$ 47 milhões em receita
Do lado das dispensas, o Rubro-Negro lucrou R$ 47 milhões com negociações. Destaques foram Juninho, vendido ao Pumas por R$ 25,6 milhões; Victor Hugo, para o Atlético-MG em R$ 10,7 milhões; e Iago, que foi para o Orlando City por R$ 6,2 milhões.
Receitas crescem, mas há déficit por amortizações
As receitas totais alcançaram R$ 383 milhões, alta de 35% ante o primeiro trimestre de 2025. Ainda assim, o resultado fechou com prejuízo de R$ 63,9 milhões, impactado principalmente pela amortização de R$ 92,3 milhões ligada aos direitos federativos de jogadores. No fim de março, o caixa do clube estava em R$ 70,5 milhões, dos quais R$ 27,4 milhões gerenciados pela Fla-Flu Serviços S.A., empresa que cuida do Maracanã.
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