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Fluminense de Zubeldía: linha defensiva com cinco e dupla letal no ataque para enfrentar maratona

22 de abril de 20262 min de leituravia Rafael Souza
Fluminense de Zubeldía: linha defensiva com cinco e dupla letal no ataque para enfrentar maratona — Futebol

Maratona intensa até a Copa do Mundo

O Fluminense encara um calendário puxado nas três frentes: Campeonato Brasileiro, Libertadores e Copa do Brasil. O técnico Luis Zubeldía, que está há quase sete meses no cargo, reforçou o elenco com a diretoria para ganhar profundidade e qualidade. No clube, há otimismo com os resultados do mercado, mas ainda se cogita ajustes na janela de meio de ano.

Formação tática em evolução

O esquema base do Tricolor sob o comando do argentino é versátil, alternando entre 4-3-3 e 4-2-3-1, com volantes combativos, um armador criativo e atacantes velozes pelas pontas. Recentemente, mudanças sutis surgiram: Savarino virou peça-chave, transformando uma ala em setor de criação, enquanto Guilherme Arana ganhou espaço como titular, trazendo dinamismo diferente de Renê.

Zubeldía explora opções como dupla de centroavantes, ideal com um jogador aéreo como Castillo, complicando a marcação rival na área. Outra ideia é a linha de três zagueiros, que não torna o time recuado, mas libera laterais e volantes para avançar, além de reforçar a solidez nas bolas altas.

O treinador sempre considera essa defesa reforçada, levando pelo menos cinco zagueiros por jogo. A estratégia pode estrear no time principal ou como ajuste durante as partidas, especialmente com desfalques.

Desafios recentes e adaptações

No duelo contra o Santos, com ausências como Martinelli e Canobbio (suspensos) e Nonato e Lucho (lesionados), Zubeldía pensou em linha de cinco, mas escalou Alisson no meio. O elenco amplo permite rodízio na sequência de Brasileirão, Copa do Brasil e Libertadores, essencial para disputar todos os títulos.

Calendário implacável pela frente

A vitória na Vila Belmiro abre uma sequência dura: dos próximos cinco jogos, quatro fora do Rio. Destaques incluem Operário-PR na ida da terceira fase da Copa do Brasil, Bolívar na altitude e Independiente Rivadavia pela Libertadores, mais Internacional pelo Brasileiro. O único jogo em casa é contra a Chapecoense, no dia 26, no Maracanã.

Na Libertadores, após tropeços iniciais, vitórias fora são cruciais para sonhar com o troféu. Zubeldía precisa gerir o grupo com maestria nessa maratona.

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