Fluminense enfrenta três batalhas decisivas por vaga na Libertadores: análise dos cenários

Tricolor sob pressão total no Grupo C
O Fluminense vive um momento crítico na Copa Libertadores. Após somar apenas um ponto em três partidas, o time comandado por Luis Zubeldía ocupa a última posição do Grupo C e não pode mais vacilar. A derrota na altitude de La Paz para o Bolívar, o empate fora contra o Deportivo La Guaira e a surpresa em casa diante do Independiente Rivadavia complicaram tudo.
Matemática implacável para avançar
Com aproveitamento irrisório de 11%, o Flu precisa de uma virada espetacular nos jogos restantes. Para alcançar os oito pontos habituais entre os classificados às oitavas, são necessários sete pontos em três confrontos — o equivalente a 77% de aproveitamento. Isso demanda vitórias em casa e, pelo menos, um empate fora, algo que foge do script inicial.
Nos últimos anos da Libertadores, sete pontos só bastaram em raros casos. Em 2023, ano do título tricolor, ninguém passou com essa marca. Vencer no Maracanã é agora essencial, mas insuficiente sem resultados positivos na estrada.
Desafios fora de casa definem o destino
O grupo, inicialmente visto como favorável, virou um pesadelo. O Fluminense terá de pontuar na Argentina contra o Independiente Rivadavia ou voltar à temida La Paz pelo Bolívar. Sem esses pontos extras, a classificação escapa.
Zubeldía já alertou: o grupo não é simples para quem entende o torneio. A pressão aumenta, e o time deixou de controlar seu destino, dependendo agora de si e de tropeços alheios.
Caminho estreito, mas possível
Ainda há esperança para o Tricolor, mas os erros iniciais cobram caro. Uma campanha impecável nos duelos finais é o único antídoto para essa crise na Libertadores, transformando desespero em glória.
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