Ganso e Cano: capítulo final se desenha no Fluminense; futuro dos ídolos em xeque

Despedida planejada para ídolos tricolores
O Fluminense se prepara para o adeus de dois de seus principais nomes: Paulo Henrique Ganso e Germán Cano. Ambos têm vínculos contratuais válidos até dezembro de 2026, e a diretoria quer garantir uma homenagem digna, evitando repetições de saídas traumáticas como a de Fábio no Cruzeiro. Apesar das semelhanças, os rumos dos jogadores divergem em pontos cruciais.
Perspectivas para Ganso
Para o meia camisa 10, a renovação ainda não está descartada. Tudo depende do desempenho na temporada atual e das demandas do elenco para 2027. O clube não comunicou oficialmente o fim do ciclo nem iniciou tratativas para extensão. Fora das Laranjeiras, Ganso atrai interesse de Santos, seu clube formador, e da MLS, que se encaixa em seu estilo de jogo. A partir de julho, ele pode assinar pré-contrato com qualquer equipe. Aposentadoria? Nem passa pela cabeça do jogador, que segue com mercado ativo.
Desafios de Cano
Já o atacante argentino vive cenário mais definitivo. Lesões recorrentes, especialmente no joelho – incluindo uma artroscopia em janeiro –, comprometem sua continuidade. Uma permanência em 2027 seria improvável sem uma reviravolta radical. A saída pode marcar o fim da carreira do camisa 14, embora nada esteja selado.
Mesmo no ocaso dos contratos, ambos permanecem essenciais em 2026. Ganso, com alta carga de minutos devido à lesão de Lucho Acosta e múltiplas competições, é peça-chave. Cano, apesar das limitações físicas, contribui com experiência.
Vitória suada contra a Chapecoense
No Brasileirão, o Fluminense superou a Chapecoense por 2 a 1, no Maracanã, pela 13ª rodada. Savarino converteu pênalti, e John Kennedy garantiu o triunfo nos acréscimos. Ênio descontou para os visitantes.
Com 26 pontos, o Tricolor assume o terceiro lugar. A Chape, com oito, segue na zona de rebaixamento. Próximos desafios: Bolívar pela Libertadores na quinta (30), e Bragantino pelo nacional em 3 de maio.
O primeiro tempo foi de domínio carioca, mas sem gols, gerando impaciência na torcida. Após o pênalti de Savarino, veio a complacência, empate catarinense e heroísmo de Kennedy para os três pontos.
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