Fórmula 1

GP do Japão: George Russell critica rivais por tentarem frear a Mercedes com polêmica sobre asa dianteira

5 de abril de 20263 min de leituravia F1
GP do Japão: George Russell critica rivais por tentarem frear a Mercedes com polêmica sobre asa dianteira — Fórmula 1

Uma polêmica no ar antes do GP do Japão!
George Russell, piloto da Mercedes, não escondeu sua frustração ao comentar as tentativas dos rivais de desacelerar o domínio da equipe nas pistas. A controvérsia gira em torno da asa dianteira do carro de Kimi Antonelli, que chamou a atenção durante sua primeira vitória na Fórmula 1, no GP da China. Imagens de vídeo mostraram que a asa não se fechou completamente durante a frenagem, ultrapassando o limite de 0,4 segundos estipulado pelas novas regras de 2026 da categoria, que permitem a abertura e fechamento das asas dianteiras e traseiras em retas específicas.

Problema ou vantagem?
Russell foi categórico ao afirmar que o problema não foi intencional e, mais do que isso, não representa nenhuma vantagem para a Mercedes. Pelo contrário, segundo ele, a falha na asa dianteira pode até ser um obstáculo. “É algo que estamos tentando resolver, não é uma solução simples. Quando freávamos, a asa ainda estava aberta, e isso contribuiu para um travamento de pneus do Kimi no fim da corrida. Não há vantagem nisso, de forma alguma”, disparou o piloto, que lidera o campeonato com quatro pontos de vantagem sobre Antonelli.

A FIA já entrou em contato com a Mercedes, que alega que o problema pode ter sido causado por forças externas e não por um projeto intencional. Enquanto isso, outras equipes estão de olho, analisando vídeos frame a frame, e a própria FIA promete monitorar a situação de perto no GP do Japão.

Ajustes de regras e críticas aos rivais

Outro ponto de tensão é a mudança de última hora nas regras para a classificação no GP do Japão. A energia recarregável foi reduzida de 9,0 para 8,0 megajoules, uma decisão acordada por unanimidade entre os fabricantes de unidades de potência da F1 – Mercedes, Ferrari, Red Bull-Ford, Audi e Honda. Para Russell, o impacto é mínimo: “É um pequeno detalhe. Significa que precisamos ser mais estratégicos com a bateria, talvez mais lentos no meio da reta, mas mais rápidos no final. Ainda não vi dados concretos, então não sei ao certo o efeito”.

“Não é justo tentar nos frear”

Russell também rebateu as críticas de rivais como Charles Leclerc, da Ferrari, e Lewis Hamilton, que apontaram uma grande diferença de ritmo para a Mercedes. O chefe da equipe, Toto Wolff, já havia alertado sobre “facas políticas” contra os Silver Arrows. Para o piloto britânico, as tentativas de desacelerar a Mercedes são injustas, especialmente após apenas duas corridas na temporada. “Trabalhamos duro para chegar a esse ponto. Passamos por quatro anos de dificuldades enquanto outras equipes dominaram. Agora que estamos no topo, não acho justo que todos tentem nos frear. É uma temporada longa, muita coisa vai mudar”, desabafou.

Ele também destacou que, apesar da vantagem atual, a Mercedes não está imune a desafios. “A Red Bull está com excesso de peso, a McLaren ainda não trouxe atualizações desde o Bahrein. Nós apenas começamos muito bem e fizemos um ótimo trabalho. Espero que continue assim”.

O palco está montado para o GP do Japão!
A Fórmula 1 desembarca no icônico circuito de Suzuka para mais uma batalha emocionante. Será que a Mercedes manterá seu domínio, ou os rivais conseguirão encurtar a distância? Acompanhe tudo ao vivo e torça junto com a gente por mais um espetáculo nas pistas!

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