Hugo Souza na reta final por vaga na Copa: números colocam corintiano na briga acirrada

Sequência decisiva para brilhar antes da convocação
O goleiro Hugo Souza se destacou no empate do Corinthians contra o Santa Fe, pela quarta rodada da Libertadores, e agora vive momentos cruciais. Essa partida abre uma maratona de três jogos fundamentais para ele impressionar Carlo Ancelotti, antes da lista da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo, divulgada em 18 de maio.
Próximos desafios do Timão
O próximo compromisso é em 10 de maio, na Neo Química Arena, diante do São Paulo pelo Brasileirão. Depois, em 14 de maio, o time recebe o Barra pela Copa do Brasil, e encerra a sequência em 17 de maio, fora de casa, contra o Botafogo.
Concorrentes na disputa pela meta
Pela posição, Hugo rivaliza com Alisson, Ederson e Bento. Alisson se recupera de lesão muscular na coxa direita, de final de março de 2026, no Liverpool. Ederson atravessa fase irregular no Fenerbahçe, enquanto Bento surge como o adversário mais próximo pela terceira vaga.
Desempenho pela Seleção Brasileira
Analisando os dados internacionais, Alisson é referência: 76 partidas, 47 clean sheets e 0,5 gol sofrido por jogo. Ederson tem 31 jogos, 14 sem gols e 0,7 de média. Bento, em sete aparições (seis iniciais), registra 1,3 gol por partida e 63% de defesas. Hugo, com apenas uma partida (três gols sofridos e 50% de aproveitamento), precisa de mais exposição.
Números nos clubes em 2026
Pelos times atuais, os índices se equilibram mais. No Corinthians, Hugo ostenta 0,7 gol sofrido por jogo, 77% de defesas e 12 clean sheets em 26 partidas. Alisson, no Liverpool, tem 1,0 gol/jogo, 70% de defesas e nota 6,99 em 36 jogos. Ederson, no Fenerbahçe, espelha isso com 1,0 gol/jogo e 70% em 38 partidas. Bento brilha no Al-Nassr com 0,6 gol/jogo, 73% de defesas e 20 clean sheets em 33 jogos.
Forças e fraquezas em detalhes
Hugo domina em pênaltis: 14 defesas em 116 jogos pelo Corinthians, com 50 clean sheets e 2,8 defesas por partida. Seu percentual geral de defesas (76%) supera Bento (72%), Ederson (71%) e Alisson (73%), mesmo em contextos menos competitivos. Porém, no jogo com os pés, seu passe longo acerta só 36%, contra 44% dos rivais.
Influência de Taffarel na preparação
Cláudio Taffarel, preparador de goleiros, é peça-chave na Seleção. Em entrevista ao Lance! no ano passado, Hugo elogiou o ídolo por criar um ambiente confiante e leve. "Ele traz leveza e astral positivo, nos faz sentir merecedores da camisa", destacou o corintiano, sonhando com parceria longa.
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