Fórmula 1

Lewis Hamilton se emociona até às lágrimas com o título do Arsenal e exalta evolução da equipe

22 de maio de 20262 min de leituravia F1
Lewis Hamilton se emociona até às lágrimas com o título do Arsenal e exalta evolução da equipe — Fórmula 1

Hamilton celebra o fim da espera de 22 anos

Lewis Hamilton, torcedor do Arsenal desde a infância, revelou ter se emocionado profundamente ao ver os Gunners conquistarem o título da Premier League após 22 anos de espera. O piloto da Ferrari, que tinha apenas 19 anos na última vez em que o clube foi campeão em 2004, acompanhou a decisão da temporada com o coração na mão e postou 'COYG' nas redes sociais logo após o empate do Manchester City com o Bournemouth.

Em declarações concedidas em Montreal, antes do Grande Prêmio do Canadá, o heptacampeão mundial contou que chorou ao recordar momentos da infância em Stevenage, quando jogava futebol com amigos e foi incentivado pela irmã a apoiar o Arsenal. Para Hamilton, a conquista representa o reconhecimento de um trabalho consistente e inspirador conduzido por Mikel Arteta nos últimos anos.

Orgulho do projeto e visão de futuro

O piloto destacou que o Arsenal passou por vários vice-campeonatos recentes e que finalmente levantar a taça gerou uma onda de felicidade coletiva. Segundo ele, a direção tomada pelo clube nos últimos tempos tem sido exemplar, e a equipe deve continuar crescendo a partir deste momento. Hamilton também elogiou a liderança de Arteta e afirmou que acompanha de perto exemplos de gestores que conseguem extrair o melhor de seus grupos.

Foco agora no GP do Canadá

Após a comemoração do título londrino, Hamilton volta a atenção para a Ferrari no circuito canadense. O piloto busca repetir o bom desempenho recente e superar os resultados modestos das últimas corridas. Ele ressaltou o intenso trabalho da equipe em Maranello para analisar pontos fortes e fracos e otimizar o carro para a disputa deste fim de semana.

O britânico, que já venceu sete vezes em Montreal, demonstrou otimismo cauteloso e destacou que a prioridade é extrair o máximo do pacote atual, independentemente da posição relativa a Mercedes, McLaren e Red Bull.

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