Futebol

Mads Hermansen abre o jogo sobre pavor do rebaixamento e superação no West Ham

18 de abril de 20262 min de leituravia Ana Beatriz Santos
Mads Hermansen abre o jogo sobre pavor do rebaixamento e superação no West Ham

Mads Hermansen abre o jogo sobre pavor do rebaixamento e superação no West Ham

O goleiro dinamarquês Mads Hermansen, de 25 anos, não esconde a angústia vivida na última temporada com o Leicester City, quando o time caiu para a segunda divisão da Inglaterra. Ele jura que não quer reviver isso no West Ham e compartilha lições valiosas para evitar o pior.

Após a goleada de 4 a 0 sobre o Wolves, que tirou os Hammers da zona de perigo pela primeira vez em um mês, Hermansen destaca a união do elenco como trunfo principal. A luta pela permanência na Premier League segue acirrada, com rivais londrinos como o Tottenham, além de Nottingham Forest e Leeds United, ainda ameaçados.

Lições amargas do Leicester

"Ver a carreira despencando e o risco de rebaixamento é devastador para o grupo e o clube", reflete o arqueiro. Ele admite que os meses de pressão no West Ham foram duros, mas elogia o otimismo mantido por todos no clube, que acreditam na virada.

Resiliência pessoal e retorno ao gol

Contratado no último verão para ser o titular absoluto, Hermansen jogou apenas quatro partidas na Premier League, sofrendo 11 gols, antes de ser substituído por Alphonse Areola. Ficou fora até a vitória na FA Cup contra o QPR em janeiro e só voltou ao campeonato em 7 de fevereiro, contra o Burnley.

De lá para cá, ele lidera o ranking de defesas na liga e garantiu quatro jogos sem sofrer gols em oito atuações. "Queria provar que a escolha por mim foi acertada", diz, orgulhoso de como usou o tempo na reserva para aprimorar seu jogo, focando no controle emocional.

"Sou emocional, mas aprendi a separar isso do futebol. Toda noite, questiono se dei o meu melhor", revela. Essa maturidade o ajudou a voltar mais forte para o momento decisivo da temporada.

União como salvação

Para Hermansen, a força do West Ham está nas relações entre os jogadores e na dedicação de cada um. "Acreditamos muito em nós mesmos. Vai ser duro, mas temos muito a oferecer", afirma, com otimismo cauteloso. O time sabe que a batalha vai até o fim.

Compartilhar:CompartilharSeguir @pulsoesporte