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São Paulo de olho em novo comando: Cinco técnicos disponíveis agitam o mercado

14 de maio de 20262 min de leituravia Rafael Souza
São Paulo de olho em novo comando: Cinco técnicos disponíveis agitam o mercado — Futebol

Demissão de Roger Machado abala o Tricolor

O São Paulo anunciou a saída de Roger Machado nesta quarta-feira (13), logo após a derrota para o Juventude na Copa do Brasil, que selou a eliminação precoce. A partir de quinta-feira (14), a diretoria inicia a caça por um substituto, e nomes sem contrato ganham força entre os torcedores. Apontamos cinco profissionais experientes que estão à disposição no momento.

Dorival Júnior, o ídolo recente

Favorito recorrente da torcida são-paulina, Dorival Júnior brilhou com o título histórico da Copa do Brasil em 2023 pelo São Paulo. Livre desde a passagem pelo Corinthians, onde também levantou troféus, ele foi mencionado em conversa revelada por Harry Massis, com salário estimado em R$ 3 milhões por mês.

Filipe Luís e ambições internacionais

Recém-saído do Flamengo, Filipe Luís monitora o mercado com foco em clubes estrangeiros. Sua experiência como treinador no Rubro-Negro o credencia, mas o ex-jogador lateral tende a priorizar oportunidades fora do Brasil.

Juan Pablo Vojvoda, ex-Santos na mira

Demitido do Santos em 19 de março de 2026, após revés por 2 a 1 contra o Internacional na Vila Belmiro, Vojvoda já foi sondado pelo São Paulo em gestões anteriores. Disponível desde então, ele surge como opção viável.

Jorge Sampaoli após turbulência no Galo

Jorge Sampaoli deixou o Atlético-MG em fevereiro de 2026, na segunda etapa no clube, devido ao fraco desempenho no início do Brasileirão. Sem novo desafio até agora, o argentino experiente pode ser alternativa ousada.

Tite prioriza desafios globais

Após encerrar ciclo no Cruzeiro em março de 2026, Tite foi ventilado no Corinthians, mas demonstra interesse por vagas na Europa ou Oriente Médio. Sua bagagem vitoriosa o coloca na lista de desejos do Tricolor.

Contexto da crise com Roger

Roger Machado assumiu em 11 de março, sucedendo Hernán Crespo de forma surpreendente, com contrato até dezembro de 2026. Pressionado por resultados ruins, incluindo a goleada por 3 a 1 no Alfredo Jaconi, ele não conquistou o apoio da torcida e da diretoria. Rui Costa confirmou a decisão em coletiva.

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