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Soccer Hospitality atinge R$ 100 milhões com parcerias inovadoras em estádios brasileiros

5 de maio de 20262 min de leituravia Rafael Souza
Soccer Hospitality atinge R$ 100 milhões com parcerias inovadoras em estádios brasileiros — Futebol

A qualidade das experiências em arenas de futebol no Brasil tem gerado intensos debates sobre conforto, serviços e segurança para os torcedores. Aproveitando essa demanda por uma torcida mais imersiva e conectada à paixão clubística, a Soccer Hospitality se consolida como referência nacional, alcançando faturamento de R$ 100 milhões.

Presença em oito arenas e expansão planejada

A companhia opera em locais icônicos como o Estádio Nilton Santos com o Firezone, Morumbi no Camarote dos Ídolos, Neo Química Arena pelo Fielzone, Allianz Parque com Fanzone, Vila Belmiro e o Boteco Santista, Arena do Grêmio no Imortal Sports Bar, Fonte Nova no Esquadrãozone e Estádio dos Aflitos com Timbuzone. Além disso, prepara o lançamento do Sportzone na Ilha do Retiro. Fora do futebol, gerencia camarotes como o Terrace One no GP de Fórmula 1 em São Paulo e o Lounge SpeedZone na etapa de MotoGP em Goiânia, em março.

O CEO Léo Rizzo concedeu entrevista ao Lance! e descreveu o modelo como uma verdadeira parceria com as agremiações.

— Estamos em um dos templos do futebol brasileiro, repleto de história e lar de um gigante nacional. Inovar é essencial para elevar a vivência da torcida. Estamos animados com essa colaboração e orgulhosos das atrações no Firezone — enfatizou o dirigente.

Sucesso do Firezone e detalhes da proposta

Destaque para o Firezone no Nilton Santos, estádio do Botafogo, aberto em 2023 com 1.000 m² e capacidade para mil alvinegros, após aporte de R$ 2 milhões. O pacote oferece bebidas e alimentação ilimitadas, encontros com ex-jogadores, apresentações musicais, vista premium do campo, acesso quatro horas antes e permanência uma hora depois do jogo.

No ano passado, o faturamento chegou a R$ 100 milhões, alta de 24% em relação a 2024. Para este ano, espera-se expansão de 10% a 14%, superando R$ 110 milhões. Rizzo detalhou a dinâmica com os clubes:

— Nosso formato é único: não alugamos espaço como camarotes comuns. Os clubes são nossos parceiros. Sou sócio do Corinthians, Santos, Grêmio, Botafogo... Isso aumenta a receita deles e permite nosso crescimento — esclareceu.

Ele exemplificou com o Botafogo:

— Desenvolvo áreas subutilizadas nos estádios, que ficam ociosas boa parte do ano. Não ocupo as melhores localidades dos fãs. Transformo esses cantos em negócios que, ao fim da temporada, equivalem a três ou quatro partidas com público médio — finalizou.

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