Textor reage à venda da SAF do Botafogo e afirma que litígio judicial ainda está em aberto

Textor mantém contestação judicial
O empresário John Textor voltou a se manifestar publicamente sobre a negociação envolvendo a SAF do Botafogo. Após o clube anunciar um acordo vinculante com o grupo GDA Luma, o ex-controlador do time reiterou que processos judiciais em andamento nos Estados Unidos e no Reino Unido questionam a titularidade das ações.
De acordo com Textor, trata-se de um litígio relevante que não pode ser ignorado por administradores de falência, como a Cork Gully. Ele sustenta que a transferência das cotas para a Eagle Bidco ainda não foi concluída devido a pendências financeiras e jurídicas.
Detalhes do acordo com a GDA Luma
O Botafogo assinou um contrato vinculante com a GDA Luma, liderada pelo mexicano Gabriel de Alba, para a futura transferência da SAF. O clube deve receber US$ 80 milhões líquidos, já descontados US$ 25 milhões referentes a um empréstimo anterior.
A operação ainda depende de etapas adicionais, incluindo negociações entre o Botafogo e o Lyon, clube francês que integra o mesmo grupo de Textor, além do encerramento de disputas judiciais ligadas à recuperação financeira da SAF.
Próximos passos da transação
Apesar do avanço no entendimento com a GDA Luma, a conclusão da venda exige a resolução de questões pendentes. O grupo de Gabriel de Alba já atua como credor do clube desde fevereiro e assumirá o controle caso todas as condições sejam cumpridas.
Textor, por sua vez, reforça que a propriedade das ações permanece em discussão e que medidas judiciais foram adotadas para garantir seus direitos.
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