Vasco planeja revolução no estatuto: dirigentes pagos e SAF mais aberta a investidores

Mudanças profundas na governança cruzmaltina
O Vasco da Gama está prestes a vivenciar uma transformação radical em sua estrutura administrativa. Um conjunto de conselheiros, representando tanto a gestão atual quanto a oposição, entregou um projeto de alteração estatutária que promete revolucionar a administração do clube e sua interação com a Sociedade Anônima do Futebol (SAF).
Elaborado ao longo de 2024, o documento já circula entre beneméritos, vice-presidentes e associados, embora a assembleia para aprovação ainda não tenha data marcada.
Participação mínima na SAF cai pela metade
Uma das alterações mais impactantes reduz a fatia obrigatória do clube associativo na SAF de 20% para apenas 10%. Essa flexibilização abre portas para a comercialização de até 90% das ações relacionadas ao futebol profissional, facilitando negociações com potenciais sócios. Há indícios de que diálogos promissores com o empresário Marcos Lamacchia estão em curso.
Adeus à quarentena para ex-dirigentes
A proposta extingue a obrigatoriedade de um período de espera de cinco anos para que ex-mandatários do clube assumam posições remuneradas na SAF. A partir de agora, a passagem direta entre o associativismo e a empresa seria viável, agilizando a continuidade de lideranças experientes.
Cargos de liderança agora com salários
Pela primeira vez, presidente e vice-presidentes poderão receber proventos por seus serviços, desde que demonstrem dedicação integral e que os valores sejam aprovados no orçamento anual do clube. Essa medida visa atrair profissionais qualificados e valorizar o compromisso com o Gigante da Colina.
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