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Vitória entra na justiça da CBF contra arbitragem de Daronco no jogo com Flamengo

24 de abril de 20262 min de leituravia Vitória Mendes Albuquerque
Vitória entra na justiça da CBF contra arbitragem de Daronco no jogo com Flamengo — Futebol

O Esporte Clube Vitória não deixou barato após a derrota por 2 a 1 para o Flamengo, pela Copa do Brasil. Nesta quinta-feira (23), o time baiano protocolou uma queixa formal na CBF, questionando a atuação do árbitro Anderson Daronco e sua equipe. O Leão rubro-negro acusa falhas evidentes em momentos decisivos, que poderiam ter gerado expulsões de jogadores adversários e mudado o rumo da partida no Maracanã.

Incidentes que geraram revolta

A reclamação destaca três lances polêmicos. No início do jogo, aos 2 minutos, Luiz Araújo acertou uma cotovelada no rosto de Ramon, em movimento sem disputa pela bola. No segundo tempo, aos 34 minutos, Arrascaeta pisou no tornozelo do mesmo lateral, forçando sua saída de campo. Por fim, aos 39 minutos, Saúl Ñiguez usou o braço de forma agressiva contra o rosto de Caíque Gonçalves. Para o Vitória, esses episódios configuram conduta violenta e jogada imprudente, merecendo cartões vermelhos.

O clube também cobra explicações do VAR, liderado por Thiago Duarte Peixoto, por não ter intervindo. Solicitaram os áudios das conversas e as imagens analisadas, além de medidas contra os responsáveis.

Especialista endossa crítica ao juiz

A posição do Vitória ganhou respaldo do ex-árbitro PC Oliveira, no programa Troca de Passes. Ele considerou os lances de Luiz Araújo e Arrascaeta como faltas duras, mas dentro do jogo. Já o de Saúl foi "grave erro": "O braço vai além da proteção, acerta o rosto com intenção. Deveria ser vermelho direto, e Daronco ainda inverteu a falta", analisou o comentarista.

Comunicado oficial do Leão

Na nota enviada ao Comitê de Arbitragem e à Diretoria de Competições da CBF, o Vitória lista os auxiliares Leila Naiara Moreira da Cruz, Michael Stanislau e Lucas Coelho Santos. Afirma que as omissões afetaram a lisura da partida e a segurança dos jogadores. Pede investigação profunda, punições e esclarecimentos sobre as decisões, reforçando a necessidade de punir condutas antidesportivas.

O Rubro-Negro baiano ainda acionou a Federação Bahiana de Futebol para obter os registros do VAR, visando transparência total nos episódios envolvendo Ramon e Caíque.

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