Manchester City passeia com 3 a 0 no Crystal Palace: Foden dita ritmo e título segue vivo na Premier League

Manchester City mantém sonho do título após vitória tranquila
O Manchester City adiou o desfecho da disputa pelo título da Premier League por pelo menos mais uma semana, ao superar o Crystal Palace por 3 a 0 em uma atuação dominante no Etihad Stadium. Com mudanças no time, os Citizens continuam dois pontos atrás do Arsenal, restando duas rodadas, e só alcançarão os rivais se os Gunners tropeçarem nos jogos contra o Burnley em casa ou contra o Palace na última rodada.
O empate com o Everton na semana passada custou a chance de ultrapassar o líder de forma direta, mas as duas vitórias por 3 a 0 consecutivas mostram que o elenco de Pep Guardiola segue crente na virada. Os punhos cerrados do treinador ao fim da partida reforçam que ele não jogou a toalha. Destaque para Phil Foden, que reapareceu em grande estilo com duas assistências no primeiro tempo, colocando os donos da casa em controle total.
O primeiro gol foi uma obra-prima de instinto: Foden deu um toque de calcanhar genial para Antoine Semenyo, que finalizou preciso no ângulo. Logo depois, Omar Marmoush aproveitou cruzamento desviado por Foden para girar e superar o goleiro Dean Henderson com categoria.
Segundo tempo morno e foco nas finais
Ambos os técnicos poupavam jogadores no segundo tempo, visando compromissos decisivos pela frente: City encara o Chelsea na final da FA Cup em três dias, enquanto o Palace se prepara para a decisão da Conference League no fim do mês. O jogo virou mera formalidade até Rayan Cherki achar Savinho com um passe milimétrico, e o brasileiro fechou o placar nos minutos finais.
Guardiola, que nunca passou duas temporadas seguidas sem um título de liga em qualquer país onde treinou, mobiliza todo o grupo para preservar essa marca histórica.
Glasner lamenta falhas táticas
O técnico do Crystal Palace, Oliver Glasner, foi sincero na análise: "Tivemos que aceitar que o Manchester City foi superior. Para pontuar no Etihad, precisamos de um desempenho de elite, e hoje não entregamos. Fomos lentos na posse de bola, não seguimos o plano de jogo e perdemos bolas fáceis demais. Diante da qualidade deles, que é imprevisível, ficou difícil."
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